<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717</id><updated>2011-04-21T11:45:34.117-07:00</updated><title type='text'>Kizomba DF</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717.post-2482020357347827632</id><published>2009-04-01T13:32:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T13:35:36.032-07:00</updated><title type='text'>Reunião Kizomba, sexta, 12h, no Udefinho!</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A Universidade de Brasília vive hoje um momento importante na sua história. Estamos diante de uma onda de transformações radicais na estrutura da Universidade. Conquistamos ano passado uma série de vitórias no que tange a construção de uma Universidade Democrática e Popular. A ocupação da reitoria e a queda do ex-reitor Timothy Mulholland nos possibilitou conquistar a paridade nas eleições para reitor que foi decisiva para a vitória do atual reitor José Geraldo.&lt;br /&gt;Fomos nós, protagonistas desse processo de transformação que conquistamos a realização de um Congresso Estatuinte Paritário, que está previsto para ocorrer nesse ano de 2009. Nesse momento, toda a organização da UnB será rediscutida e o nosso papel é o de defesa de uma Universidade Democrática e Popular. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Para termos a força necessária para sairmos vitoriosos dessa disputa é preciso organizar os/as estudantes. Aí, o DCE da UnB tem um papel central nessa organização. O que vimos no último período foi um DCE desarticulado e que não conseguiu dar conta das tarefas que estavam colocadas. Por exemplo, tivemos no último ano um DCE que no momento mais importante que definiria o rumo que a UnB iria tomar se absteve na eleição para reitor, puxando voto nulo dos/as estudantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;É preciso revitalizar o DCE e trazer novamente a entidade para a condução do processo de mudanças que vêm acontecendo na Universidade. Um DCE que consiga disputar os rumos do REUNI e que não apenas fique gritando que vai barrá-lo. Um DCE que ajude a organizar o Congresso Nacional de Estudantes da UNE (CONUNE) que acontecerá em Brasília, onde teremos a presença de mais de 8 mil estudantes de todo o Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Esse novo DCE tem que ser capaz de conduzir esse processo. Para isso é preciso vencer o aparelhismo e o imobilismo que toma conta da gestão “Nada será como Antes” composta por PSTU/PSOL. O DCE precisa ser de fato de todos/as estudantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Agora, outros desafios nos são colocados. A construção de uma gestão compartilhada onde nós estudantes possamos participar, apresentar alternativas, contribuir ativamente como protagonistas se faz pela construção de uma nova cultura política para a UnB. São tarefas que nós da Kizomba nos comprometemos e chamamos todos/as estudantes a estarem juntos nessa longa caminhada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participe dessa construção!&lt;br /&gt;Participe da nossa chapa para o DCE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reunião da Kizomba&lt;br /&gt;Sexta, 12h, no Mezanino do ICC Sul (Udefinho)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Contatos:&lt;br /&gt;Célio 8144-2397&lt;/div&gt;Martim 8112-5625&lt;br /&gt;Gabriel 8118-5788&lt;br /&gt;Caio 9292-2911&lt;br /&gt;Agnes 9679-5975&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8532336972978068717-2482020357347827632?l=kizombadf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/2482020357347827632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8532336972978068717&amp;postID=2482020357347827632' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/2482020357347827632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/2482020357347827632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/2009/04/reuniao-kizomba-sexta-12h-no-udefinho.html' title='Reunião Kizomba, sexta, 12h, no Udefinho!'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717.post-672111538706858640</id><published>2008-11-26T09:05:00.000-08:00</published><updated>2008-11-26T09:06:18.650-08:00</updated><title type='text'>O Fórum Social Mundial</title><content type='html'>&lt;h3&gt;O que é o FSM e de onde veio?&lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O Fórum Social Mundial é fruto de uma conjuntura política de resistência global ao capitalismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 1998 a tentativa de firmar acordos multilaterais de investimento no âmbito da OCDE foi respondida com uma série de manifestações. Em vários lugares do mundo milhares foram as ruas. Em Seattle contra a OMC, em Washington levantamos nossas vozes questionando o FMI e o Banco Mundial, em Praga a Reunião de Governos foi seguida por protesto e em Genova onde a morte do jovem Carlo Juliane nos lembra da resistência ao G8. A partir de então onde "Eles" estavam ali também iam os movimentos sociais dizendo em alto e bom som que somos contra a ordem neoliberal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto surgia uma questão: como articular todas essas lutas que, apesar de apontar no mesmo caminho, não estavam conectadas organicamente? O Fórum Econômico de Davos, realizado na Suíça trouxe o desafio de apresentar um contraponto e deu a dica.Enquanto os representantes das grandes nações do mundo se reunissem para debater e coordenar suas ações os movimentos fariam o mesmo. Surgiu assim o Fórum Social Mundial como símbolo de uma globalização contra hegemônica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Saltamos para uma etapa propositiva onde a elaboração de uma agenda de lutas em comum e de convergências entre movimentos sociais foi assumida como central. Um conjunto de iniciativas de promoção de intercambio entre movimentos sociais e ONGs, suas práticas e conhecimentos contra a exclusão global, autoritarismo político e imposição cultural ou seja, contra a globalização neoliberal foram organizadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O FSM consolidou-se como espaço de debate para aprofundar reflexões, formulações, trocas, articulações ,e claro, organização da luta contra ao imperialismo e a ordem neoliberal. O incrível aumento no numero de participantes traz visibilidade e também desafios. É certamente hoje o principal espaço de expressão da esquerda mundial e a partir dele é possível avaliar em que medida uma nova esquerda emerge e se recompõem.&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;Características e estratégias&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Todavia o sucesso do FSM está intimamente ligado a manutenção de três características. Primeiro deve seguir sendo plural à medida que múltiplas matizes do pensamento de esquerda devem continuar se encontrando nele. A luta contra o capital não é patrimônio de uma só orientação ideológica. Segundo é central que se mantenha diverso, ou seja, os diferentes movimentos e organizações políticas devem estar representados e atuantes. O movimento de mulheres, os campesinos, combate ao racismo, a juventude, os sindicalistas, LGBT enfim, cada parte do corpo cumpre uma função e nenhuma pode ser substituída.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Terceiro o Fórum só encontra conseqüências concretas ao consolidar-se como permanente, ou seja, que seja compreendido como um processo que começa nas cidades, bairros, locais de militância e continua na volta de Belém. É fundamental que o FSM seja precedido e sucedido por uma articulação entre a pauta proposta e discutida e a luta local.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os eventos paralelos e os Fóruns regionais e temáticos tem ajudado a fortalecer o processo Fórum contudo não são capazes de substituir a construção local. É nesse contexto que os comitês de mobilização são uma política central para o sucesso do próprio FSM.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;A construção dos comitês de juventude tem o objetivo de mobilizar fazendo a conexão da pauta local com as temáticas e desafios assumidos pelo comitê internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8532336972978068717-672111538706858640?l=kizombadf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/672111538706858640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8532336972978068717&amp;postID=672111538706858640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/672111538706858640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/672111538706858640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/2008/11/o-frum-social-mundial.html' title='O Fórum Social Mundial'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717.post-4903406822045060666</id><published>2008-11-06T18:06:00.000-08:00</published><updated>2008-11-06T18:07:38.938-08:00</updated><title type='text'>Estudantes transformam a UnB!</title><content type='html'>&lt;h1 class="documentFirstHeading"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;                        &lt;p class="documentDescription"&gt;por Martim Nogueira e Gabriel Magno&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="documentDescription"&gt;Há 16 anos a Universidade de Brasília vivia uma gestão formada por grupos conservadores que deram as costas à democracia, transparência e ao diálogo com os demais setores da comunidade acadêmica. Grupos que durante todos esses anos conservaram privilégios privados e toda uma ilícita estrutura de cargos, financiamento e poder. Denúncias, no início desse ano, de má gestão do dinheiro público e da máquina administrativa desencadearam grande mobilização dos estudantes que ocuparam a reitoria no dia 03 de Abril de 2008.&lt;/p&gt;                                     &lt;p&gt;Durante  a ocupação vivenciamos um momento inesquecível de mobilização do  Movimento Estudantil, em que se construiu uma plataforma unitária entre  os estudantes para o avanço da democracia interna rumo a uma universidade  popular e conectada a sociedade. Esse processo de ocupação da reitoria  mobilizou tanto estudantes como vários setores progressistas na universidade.  Vários servidores técnico-administrativos e docentes se juntaram na  construção de uma nova UnB.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Nossa  mobilização teve resultados imediatos e concretos. Conseguimos derrubar  o então reitor Timothy Mulholland e toda sua gestão. Além disso,  tivemos o compromisso do CONSUNI com o congresso estatuinte e com a  paridade no processo de consulta à comunidade para a escolha do novo  reitor. Ainda assim, a construção de uma universidade mais democrática  dependia de uma gestão que sustentasse os anseios de mudança.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vivemos  hoje um momento único na história da Universidade Brasileira. Nunca  se viu tanto investimento nas Universidades Públicas Federais. Os projetos  de expansão de recursos financeiros, de ampliação dos espaços físicos,  da democratização do acesso, da contratação de novos  docentes,  servidores técnico-administrativos e de reestruturação acadêmica  traz consigo enormes desafios que não podem ser desconectados da nova  realidade que vive a Universidade de Brasília.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Assim,  as eleições para Reitor tomavam um caráter decisivo na vida da Universidade.  Estavam em questão os rumos que universidade seguiria. Nessa disputa  6 chapas concorreram, sendo que 5 se apresentavam como alternativa a  gestão Timothy.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nós,  da Kizomba, participamos da construção do programa do professor José  Geraldo que possui uma trajetória comprometida com a luta os direitos  humanos, dos movimentos sociais,  da esquerda e da democracia no  Brasil. Terminamos o 1º turno em primeiro lugar, o que reforçava o  desejo da universidade por mudança. Disputamos o 2º turno contra aqueles  que representavam o modelo de universidade que os/as estudantes já  tinham rejeitado com a ocupação da reitoria.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No   2º turno todos os grupos do movimento estudantil somaram forças e  tiraram apoio a candidatura vitoriosa. E assim, com mais de 51% dos  votos ponderados o professor José Geraldo foi eleito novo reitor da  Universidade de Brasília. Uma eleição que teve a participação fundamental  dos/as estudantes que através da sua mobilização, da conquista da  paridade e da expressiva votação (70% dos votos) na Chapa 76 garantiram  a vitória daqueles e daquelas que lutaram pra que a UnB resgatasse  sua vocação para a utopia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Agora,  outros desafios nos são colocados. A construção de uma gestão compartilhada  onde nós estudantes possamos participar, apresentar alternativas, contribuir  ativamente como protagonistas se faz pela construção de uma nova cultura  política para a UnB. São tarefas que nós da Kizomba nos comprometemos  e chamamos todos/as estudantes a estarem juntos nessa longa caminhada!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8532336972978068717-4903406822045060666?l=kizombadf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/4903406822045060666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8532336972978068717&amp;postID=4903406822045060666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/4903406822045060666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/4903406822045060666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/2008/11/estudantes-transformam-unb.html' title='Estudantes transformam a UnB!'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717.post-8644207897654183896</id><published>2008-11-06T17:57:00.000-08:00</published><updated>2008-11-06T17:58:46.409-08:00</updated><title type='text'>Autonomia ou hegemonia?</title><content type='html'>Emir Sader&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resistência ao neoliberalismo, especialmente ao longo da década de 90, foi protagonizada particularmente pelos movimentos sociais, seja pela renúncia de muitas forças partidárias a desempenhar esse papel, seja porque os efeitos mais cruéis do neoliberalismo se dão exatamente no plano social. Formulou-se nesse momento a expressão “autonomia dos movimentos sociais”, com o sentido de lutar contra a subordinação a forças políticas e lutar pelo predomínio das forças que mais diretamente expressavam os interesses populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que significado pode ter a autonomia do social? Autonomia diante do quê? O “outro mundo possível” pode ser construído a partir da “autonomia do social”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa autonomia aponta para a centralidade da “sociedade civil”, para a contraposição ao Estado, à política, aos partidos, ao poder – conforme ficou consagrado na Carta do Forum Social Mundial. No limite, se identifica com duas versões teóricas: a de Toni Negri, por um lado, a de John Holloway, por outro, ambas tendo em comum a contraposição ao Estado, promovendo, em contraposição, a esfera social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa concepção primou durante a década de 90 quando, colocadas na defensiva, as forças anti-neoliberais se concentraram no plano social, desde onde desataram suas principais mobilizações. A partir do momento que se evidenciou o desgaste precoce do modelo neoliberal – particularmente depois das crises nas três maiores economias do continente, México, Brasil e Argentina -, a luta passou a outra fase: a de construção de alternativas e a de disputa por uma nova direção política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram se sucedendo assim as eleições de presidentes, como rejeição dos governos neoliberais, em 8 países do continente – já com três reeleições -, marcando a fase de transferência da esfera predominante para a política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não entendeu essa nova fase, deixou de captar o andamento da luta anti-neoliberal. Quem persistiu na “autonomia dos movimentos sociais”, ficou relegado ao corporativismo, opondo autonomia a hegemonia e renunciando à luta pela construção do “outro mundo possível”, que passa pela conquista de governos, para afirmar direitos – dado que o neoliberalismo é uma máquina de expropriação de direitos. Além de que outros elementos essenciais do anti-neoliberalismo, como a regulação da circulação do capital financeiro, a recuperação da capacidade reguladora do Estado, o freio aos processos de privatização, o avanço nos processos de integração regional, entre outros, supõe ações governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformar a autonomia numa categoria absoluta – em qualquer esfera: social, política, econômica ou ideológica – significa não captar o peso das outras instâncias e entender a política como uma esfera entre outros e não como a síntese delas todas. A avaliação dos governos tem que ser feita em função da natureza do seu programa e da sua capacidade de realização, no caso do nosso continente, no período atual, pela ação contra o modelo neoliberal e a favor dos processos de integração regional e contra os TLCs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os movimentos sociais são um componente, muito importante, mas não o único, do campo popular ou campo da esquerda, como se queira chamar, ao qual pertencem também forças políticas, governos, locais, estaduais ou nacionais. Nunca os movimentos sociais, autonomamente, dirigiram ou dirigem um processo de transformações na sociedade. Para fazê-lo, tiveram que, como na Bolívia, construir um partido – nesse caso, o MAS - isto é, restabelecer, de uma nova forma, as relações com a esfera política, para poder construir uma hegemonia alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autonomia que faz sentido na luta emancipatória é aquela que se opõe à subordinação dos interesses populares e não a que se opõe à hegemonia, que articula obrigatoriamente as esferas econômica, social e ideológica, no plano político. A passagem da defensiva – concentrada na resistência social – à luta por uma nova hegemonia, caracteriza a década atual no continente, que se transformou, de laboratório de experiências neoliberais, no elo mais frágil da cadeia neoliberal no mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8532336972978068717-8644207897654183896?l=kizombadf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/8644207897654183896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8532336972978068717&amp;postID=8644207897654183896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/8644207897654183896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/8644207897654183896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/2008/11/autonomia-ou-hegemonia.html' title='Autonomia ou hegemonia?'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717.post-9083026738790711926</id><published>2008-10-07T18:25:00.000-07:00</published><updated>2008-10-07T18:35:54.066-07:00</updated><title type='text'>Para atualizar a cultura política no movimento estudantil</title><content type='html'>Anderson Campos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando tratamos dos problemas vividos pelas lideranças estudantis para ampliar o alcance do movimento estudantil (ME), logo vem à cabeça uma explicação simples: reina uma apatia geral entre os estudantes. "Ah, bando de alienados".  O imediatismo tem sido a base da ação política do ME contemporâneo. O seu horizonte não consegue ultrapassar as entidades – que foram burocratizadas, em seu conjunto – e apenas aquilo que surge a partir delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O distanciamento dos estudantes em relação as suas entidades é resultado do isolamento destas em seu próprio mundo. A forma burocrática e limitada de organização, os discursos repetitivos dos jargões, as reuniões descoladas de planejamentos, muitas vezes presas por detalhes que se sobrepõem ao debate fundamental, dentre outras coisas, são a forma através da qual o movimento se apresenta para o estudante. Eles não conseguem ver, por meio de sua participação, influência alguma sobre o seu cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ME vem perdendo, paulatinamente, seu caráter formativo. O tarefismo do cotidiano das entidades – bastante acentuado com o processo de confecção de carteirinhas  desde os anos 90 – e os discursos enlatados dos jargões, dentre outros empecilhos, demonstram que as entidades não estão contribuindo para a formação de pessoas comprometidas com novos valores. Assim, as reivindicações são levadas à frente com os estudantes permanecendo distantes delas, uma vez que não há uma ligação destas reivindicações com o seu cotidiano, muito menos o interesse das lideranças atuais em envolver um número maior de pessoas em defesa delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passagem por uma entidade estudantil acaba por adquirir um sentido efêmero. Uma vez formado para reivindicar o imediato, sem conectar sua ação com a luta mais geral da mudança da sociedade, esse(a) militante estudantil não seguirá militante ao terminar seus estudos. Não buscará, por exemplo, organizar-se no sindicato de sua futura profissão. Nem será um filiado  a um partido político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mexer na estrutura do poder&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é necessário, também, ressaltar o fato de que a estrutura verticalizada das entidades contribui fundamentalmente para o seu isolamento. Os motivos são muitos. Primeiro, porque, para ser considerado do movimento, o estudante precisa ser membro de uma entidade. Só assim ele será um "representante legítimo" dos estudantes. Segundo, porque a democracia do ME só ocorre no interior das entidades. Uma estrutura vertical é mais fácil de ser controlada. Esses pontos justificam a afirmação de que verticalização e hierarquia não combinam com democracia.&lt;br /&gt;A questão da hierarquização vai mais além. O binômio deturpado base/vanguarda expressa mais ainda a maneira vertical e autoritária do movimento. Uma vanguarda revolucionária é necessária para o processo de direção das transformações sociais. A luta de classes não nega esta necessidade, que é muito mais ampla no processo histórico do que um movimento segmentado. Nossa crítica, aqui, diz respeito à estigmatização da liderança política enquanto um "capa", o dirigente inquestionável, misticamente dono da verdade. Este termo passa a tornar-se um sufixo pejorativo quando se apresenta de forma natural e sem necessidade de referenciar-se enquanto líder. Uma alienação do poder estabelece-se; dominação, sujeição e impotência: assim se estabelece a relação entre a "base" e o "capa".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aceitação desta situação por alguns é explicitamente desproporcional aos que a rejeitam. Essa relação provoca o afastamento de potenciais militantes que questionam esta sujeição. Estes, por sua vez, rejeitam a organização coletiva em seu conjunto, generalizando que, em toda organização existe uma relação de sujeição. A horizontalização do coletivo não pode ser confundida com a destruição da organização, como pregam os críticos do anarquismo. Quer dizer, ao contrário, que as relações horizontais e coletivas fortalecem a organização, pois as pessoas individualmente passam a considerar-se participantes dos processos decisórios e da construção da luta concreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tarefa revolucionária é colocada em questão: a necessidade de abandonar as posturas "capistas" (noção deturpada de vanguarda), autoritárias e verticais, pois as mesmas vêm sendo rejeitadas pelo conjunto dos estudantes. E não se trata de, simplesmente, desenvolver técnicas de sedução de novos militantes, mas de profundas mudanças nas práticas políticas, portanto, uma atualização do ME. O desafio, então, é o de fazer com que o "estudante-base" passe de objeto a sujeito(a) do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A juventude muda, o movimento não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As últimas décadas têm apresentado mudanças consideráveis na condição social da juventude. Em outro espaço, poderemos aprofundar a discussão sobre essas mudanças. Por hora, salientemos apenas que, junto a essas mudanças vieram, também, novas demandas, novos conflitos, novas opressões sobre este segmento social. Equivocadamente, o ME manteve-se corporativista. Não conseguindo absorver, ou mesmo acompanhar as novas demandas, contribuiu ainda mais para o seu distanciamento em relação aos estudantes. Estes, por sua vez, não encontrando nas entidades estudantis respostas para suas ansiedades, estão criando canais alternativos de atuação. As entidades, aquelas "coisas formais", deixam de ser o espaço privilegiado de expressão das angústias e desejos da juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expomos então um outro desafio que necessita ser ultrapassado para quebrarmos as barreiras da atual constituição do ME: a necessidade de considerar o(a) estudante enquanto jovem. Trata-se de perceber que o nexo corporativo estudantil está envolvido de uma representação da condição do período do estudo, da estrutura/ambiente do estudo (escola, universidade) e restringe as demandas à questão da educação - que também recebe uma noção limitada de ensinar-aprender em sala de aula e não como uma ação transformadora do educar homens e mulheres para a compreensão da sociedade em que vivemos (vide Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire). Considerar o(a) estudante enquanto jovem força o movimento a compreender as especificidades da condição juvenil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, esta é uma compreensão estratégica para a continuidade das lutas sociais. O militante do ME pode interromper a sua militância ao terminar seus estudos, ou limitá-la, como já foi exposto, aos problemas que permeiam a condição do estudante. A compreensão da condição juvenil traz a tona os problemas que atingem este segmento social: as opressões de geração, sexualidade, trabalho precário, educação alienante, indústria cultural. Pode, também, extrapolar as questões da Juventude, ao ponto que as percebe enquanto contradições sociais do próprio sistema capitalista. Desta forma, as questões de qualidade de vida - ou melhor, da ausência da qualidade de vida são imediatamente vinculadas àquele sistema. Saúde, moradia, educação, emprego, terra, cultura, violência, todos esses pontos são ligados diretamente a mercantilização da vida e do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental, Por exemplo, compreender que o estudante tem sexo. Ao compreender que existem opressões estruturantes do sistema, que as mulheres são educadas para o espaço privado, que não participam do movimento por que o próprio movimento é masculinizado e excludente é um passo importante para criar políticas mais democráticas e socialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a orientação de Karl Marx, para quem o sujeito revolucionário precisa compreender a totalidade do ser humano e transformá-lo em homens e mulheres novos. É preciso tornar o(a) estudante – o(a) jovem - em sujeito do movimento, e não mero objeto. Por isso urge a necessidade de compreender as aflições e os interesses dos estudantes e proporcionar uma atuação política prazerosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que não fique confusa a questão do interesse dos estudantes, é preciso expor uma última observação, muito bem analisada pelo marxismo. Existe uma diferença entre o interesse real e o interesse aparente dos indivíduos. Às vezes - na maioria das vezes - é exposta uma necessidade que, na realidade, não passa de um desejo provocado pelo imediato. Para dar um exemplo bastante simplista, imaginemos aquela pessoa que trabalha o mês inteiro para destinar um terço do seu salário para o pagamento do plano privado de saúde. Seu desejo aparente é que o plano de saúde fique mais barato. Mas precisamos perceber que o interesse real é que não fosse necessário pagar para poder ter acesso à saúde de qualidade, que o SUS fosse plenamente implementado. Mas aquela pessoa já não acredita que isso seja possível e, portanto, não contribui na luta pela melhoria do sistema público. Esse exemplo vale para o interesse dos estudantes. O consumismo exacerbado e a preparação para a competição é uma necessidade imposta pela cultura capitalista à juventude. Não trata-se de uma necessidade real, mas ilusória. As lideranças do ME precisam ter como desafio a incorporação das necessidades reais dos estudantes, e não cair na demagogia de atender aos anseios ilusórios que lhes são impostos. O ME não pode permanecer corporativamente estudantil. Torna-se necessário incorporar, de forma crítica, os anseios reais da juventude, denunciando os interesses aparentes e ilusórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São as questões sobre a cultura, a ecologia, o feminismo, a sexualidade, o combate ao racismo, o cotidiano da exclusão e da opressão que vêm tomando espaço e impondo pautas de discussão. O resultado positivo disso é a busca por expressão através de grupos e de outros movimentos. O ME, permanecendo corporativista, tende a se tornar um gueto, no qual existirá uma representação sem representantes. A perda da legitimidade da atual estrutura e cultura política do movimento tende a se acentuar cada vez mais. O compromisso das lutas da juventude com as lutas da classe trabalhadora – exaltada por Trotski como tendência histórica – contra toda forma de exploração e opressão que são bases de sustentação do sistema capitalista será fortalecido se existir um movimento de juventude. O projeto de transição ao socialismo tende, então, a se tornar cada vez mais próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por martim as 22:26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8532336972978068717-9083026738790711926?l=kizombadf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/9083026738790711926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8532336972978068717&amp;postID=9083026738790711926' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/9083026738790711926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/9083026738790711926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/2008/10/para-atualizar-cultura-poltica-no.html' title='Para atualizar a cultura política no movimento estudantil'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8532336972978068717.post-4552597639193216554</id><published>2008-09-30T19:34:00.000-07:00</published><updated>2008-09-30T19:35:13.803-07:00</updated><title type='text'>A Kizomba</title><content type='html'>&lt;h1 class="documentFirstHeading"&gt;Kizomba – Construindo uma nova cultura política!!&lt;/h1&gt;                                                             &lt;p&gt;Há dez anos o campo Kizomba surge no movimento estudantil (ME) construindo algo diferente. Nós da Kizomba sempre levantamos a necessidade de aproximarmos os estudantes das entidades estudantis, dos movimentos sociais e populares, e também de repensar a forma de fazer política. Uma forma ousada, radical, mas sem ser destrutiva; propositiva, mas sem ser adesista; séria, mas sem ser chata. Nascia daí uma nova visão do movimento estudantil, sem que ela negasse o que já havia sido feito. Muito pelo contrário, absorvíamos o que tinha de positivo naquilo que fora anteriormente construído, mas queríamos fazer diferente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  Sempre reafirmamos e vamos continuar lutando para que a &lt;b&gt;Nova Cultura Política&lt;/b&gt; que queremos construir privilegie e pense formas de participação política dos estudantes na construção das entidades, de democratização de instâncias de decisão, que busque o diálogo e ações conjuntas com os movimentos sociais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  Para conseguirmos articular nossas lutas e bandeiras, devemos deixar nossas frases feitas e apontar o caminho real para avançarmos na luta da construção de uma nova sociedade. A construção de uma nova cultura política não é apenas pensar novos espaços de debate e deliberação, mas é criar formas novas de organização e militância. Não significa pensarmos apenas nas direções das entidades, mas em formas que não favoreçam práticas burocráticas e antidemocráticas, que despolitizam e desencantam os estudantes. Propor o que não seria proposto, pensar em novas formas de linguagem, praticar o novo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;  Uma cultura que privilegia a construção coletiva, a democracia, a participação, sem nunca esquecer que somos militantes de esquerda, socialistas e internacionalistas. Isto significa dizer que somos construtores do Fórum Social Mundial, da Marcha Mundial das Mulheres, que temos nossa atuação cotidiana pautada pela construção de uma nova sociedade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   Esperamos com isso dar alguns passos para o que acreditamos ser a construção de um movimento estudantil combativo, libertário e antenado com o desejo de um mundo justo, solidário e humanamente igualitário.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8532336972978068717-4552597639193216554?l=kizombadf.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://kizombadf.blogspot.com/feeds/4552597639193216554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8532336972978068717&amp;postID=4552597639193216554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/4552597639193216554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8532336972978068717/posts/default/4552597639193216554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://kizombadf.blogspot.com/2008/09/kizomba.html' title='A Kizomba'/><author><name>Kizomba</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06136719770829489915</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_DnqPr6fEkX4/SZxKv5XBqcI/AAAAAAAAAAc/AHAN5F6h7xY/S220/kizomba.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
